sábado, 30 de abril de 2011

Foto de um suposto ovni de 1871

Vejam a foto:

Fátima 1917

 O vilarejo de Fátima, em Portugal, foi palco de acontecimentos cósmicos que abalariam o mundo no princípio deste século, mantendo uma longa polêmica que dura até os dias de hoje e tornando o lugar sagrado por católicos de todas as partes do globo. No dia 13 de outubro de 1917, cerca de 70 mil pessoas presenciaram um fenômeno que foi considerado como uma manifestação do poder de Deus. Naquele dia estava chovendo e, de repente, o Sol surgiu no céu. O que pareceu ser um disco achatado, com um contorno nitidamente definido e um brilho mutante, apareceu entre as nuvens e em seguida começou a fazer manobras com crescente velocidade.
Este estranho fenômeno teve uma preparação nos anos anteriores, sob forma de esparsos sinais no céu. Em todos os casos, três crianças foram os epicentros dos fatos que acabaram por ter um belo contato com uma entidade cósmica, imediatamente aclamada pela igreja como a Virgem Maria - crença mantida e incentivada até hoje entre seus fiéis. Lúcia de Jesus e os irmãos Francisco e Jacinta Marto, respectivamente com 10, 9 e 7 anos à época, foram os protagonistas dos contatos com algo inusitado, num total de seis encontros, sempre no mesmo dia e hora ao longo de seis meses.
Segundo historiadores católicos, a personagem celeste teria feito aos jovens revelações a respeito de nosso mundo. Eram mensagens destinadas a toda à Humanidade, mas desde o princípio dos fatos a Igreja Católica apoderou-se e monopolizou as informações, julgando o que deveria ou não ser divulgado. Foi também a responsável pela santificação do evento e geração da difundida imagem religiosa, transformando esse episódio numa manifestação divina a serviço de sua própria crença. Historiadores até hoje reclamam do procedimento do Vaticano, que não tinha o direito de reter as verdadeiras informações sobre o caso para sempre.
Alegam que seres ascensos não pertencem à religião alguma e que não trabalham em função de crenças ou dogmas. Dizem que sua manifestação deveria ser mantida isenta, assim como suas mensagens inalteradas. Tanto é verdade que os contatos com entidades semelhantes - noutros casos também chamadas de Virgem Maria - continuaram por todas as partes do mundo, repetindo o que já fora dito aos meninos portugueses. Em particular, intensificaram-se nas últimas décadas as ocorrências marianas de Medjugorje, na destruída Iugoslávia. Segundo alguns contatados, como o estigmatizado italiano Giorgio Bongiovanni, o teor da terceira e derradeira mensagem de Fátima eram de alerta quanto ao futuro da Humanidade e de incentivo à procura de uma trilha espiritual para o ser humano. Hoje sabemos que a aparição portuguesa foi um contato de quinto grau com uma entidade extraterrestre, envolvendo manifestações para normais e psíquicas, além de efeitos físicos típicos de ocorrências ufológicas.
Para aprofundarmos a questão, basta examinar evidências existentes dentro da própria literatura católica, publicadas no livro Fátima, de Icilio Felici, em 1943. Eis o que podemos extrair da versão dogmática do fato, quando de seu prenúncio, ainda em 1915: "Tendo-se posto a rezar o terço, depois da merenda habitual, [As crianças] viram de improviso, suspensa no ar, sobre o arvoredo do vale que se estendia aos pés, uma estranha figura branca, e continuaram a rezar maquinalmente, com olhos fitos no branco fantasma luzente, espiando-lhe os movimentos até que, acabada a oração, não a viram mais." Em 1916 veio a primeira aproximação de fato, também descrita por Felici: "Desta vez [O objeto] não estava parado e movia-se como que impelido pelo vento, em direção a eles, e à proporção que se avizinhava o distinguiam-se cada vez mais feições que eram as de um jovem dos seus quinze anos, de sobre-humana beleza. O ser disse: 'Não tenhais medo! Eu sou o Anjo da Paz'." Extraordinária beleza, aparência humana e aspecto luminoso - esta é uma descrição típica da casuística de contatos elevados, onde com freqüência surgem seres que se apresentam em paz. Note-se que tais visitantes somente agora, em nossos dias, começaram a se identificar dessa forma, devido a termos hoje maiores condições para compreendê-los. O termo 'anjo' tem sido largamente usado e tornou-se de fácil compreensão para aludir uma categoria de vida em estágio superior ao nosso.
Passada a fase preparatória, em 1917 iniciaram-se os contatos principais. O local escolhido, distante uns três km de Fátima, foi a Cova de Iria, um pequeno vale de 500 m de diâmetro. Era 13 de maio e as crianças pastoreavam seu rebanho quando tudo começou. "De repente se sentiram ofuscadas por um relâmpago que parecia ter sulcado, fulmíneo, o horizonte. Não havia nuvem sequer sobre uma azinheira [Tipo de árvore] de pouco mais de um metro, onde apareceu uma jovem senhora de sublime beleza, mais resplandecente que o Sol, e disse: 'Eu sou do céu'." A Ufologia está repleta de seres fulgurantes e belos, descritos nas mais diversas fases de nossa História como vindos do céu. Alguns chegaram a passar algum tipo de mensagem à Humanidade, como é o caso de Fátima. Nesta ocasião, tal mensagem girou em torno dos erros dos seres humanos.
A estranha figura marcou novos encontros com as crianças, para os próximos meses. Ao partir, demonstrou suas habilidades não terrestres, ainda na narrativa de Felici: "Das suas mãos abertas se irradiou uma luz misteriosa (...) e começou a elevar-se serenamente, sem mover os pés, até desaparecer na luz ofuscante do Sol." Como sabemos, os extraterrestres manipulam altíssimos níveis de energia e o controle da luz é sua marca registrada, fazendo dela o que bem querem. Muitas vezes, tripulantes de Ufos - ufonautas - são vistos portando um pequeno globo luminoso nas mãos, como foi descrito pelas crianças de Fátima, logo imaginado como o 'sagrado coração de Maria. ' Aparentemente, tais globos de luz têm alguma relação com o transporte ou locomoção dos seres em nosso ambiente, quando estão fora de suas naves.
Após essa aparição instalou-se uma grande polêmica entre crentes e céticos sobre a Virgem Maria. Lúcia passou a sofrer muitas pressões da família e do clero local, que duvidavam do fato. Assim, chateada, resolveu não mais ir aos encontros. Entretanto, apesar de ter decidido permanecer em sua casa, um dia sentiu-se impelida por uma força irresistível a mover-se e caminhar em direção ao local dos fatos. Isso é de certa forma comum aos contatados por Ufos, que têm revelado inúmeras vezes receberem uma espécie de chamado telepático. Em alguns casos este chamado chega a indicar este ou aquele caminho a seguir para que haja o encontro com seus abdutores. Tendo chegado ao local, a jovem manteve novamente o contato, apesar de que outras pessoas presentes nada viram da suposta Virgem. Todos, porém, tinham podido observar uma nuvenzinha branca que pousou sobre a azinheira, acompanhada de um acentuado abaixamento da luz solar.
Na interpretação dos ufólogos que pesquisam este tipo de ocorrência, surgiu neste momento algum engenho extraterrestre sobre Fátima, na forma do que foi considerada uma nuvem. Esta pousou e interferia na luz solar, caracterizando a presença e atuação de um campo eletromagnético que reduz o espectro luminoso. Durante estes fatos, e principalmente depois deles, as crianças sofreram diversas perseguições e maus-tratos de autoridades portuguesas e religiosas, sendo forçadas a desmentir o ocorrido. Chegaram a ficar presas numa das datas preestabelecidas para um novo contato. Nesse dia, diz a narrativa de Felici, “... ouviu-se o ribombo de um trovão, (...) e perto da azinheira surgiu uma cândida nuvem luminosa. Alguns instantes depois a nuvem desapareceu.”.
Apesar da clausura e perseguição, Lúcia esclareceu alguns detalhes do objeto que viram: "O relâmpago de que tanto se falava, não era nada além do clarão de uma luz que se aproximava pouco a pouco." Sabemos de outras fontes que o objeto fora observado aproximando-se de longe, pousando, aguardando uns instantes e voltando pelo mesmo trajeto, não havendo nenhuma súbita aparição ou desaparição. Temos também sinais sonoros assim descritos "como que o estouro de um foguete.”.
Há uma outra narrativa interessante dos fatos verificados em Fátima: "E eis que o Sol começou a escurecer e um globo luminoso apareceu, movendo-se do oriente para ocidente e prosseguindo com majestosa lentidão através do espaço. O céu está límpido, sem mancha de nuvens e somente aquele globo soberano o sulcava!" Nesse relato, datado à época dos fatos, já há a clara citação de um globo luminoso do tipo sonda - daquelas que hoje cansamos de filmar - e não mais de uma nuvem. E prossegue a narrativa: "Durante o colóquio, a atmosfera se tingia de um colorido amarelado e uma auréola branca envolvia os videntes." Essa espécie de névoa é comum ao redor de Ufos observados em todo o mundo e é considerada como uma espécie de camuflagem proposital, ou ainda como uma reação involuntária e inerente à interação do objeto com a atmosfera terrestre. Tentativamente, pode-se assim explicar porque outras pessoas não viam a Virgem, apesar de não descartarmos a hipótese de um processo para normal simultâneo à presença física ou semi-física do objeto.
"Muitos tornaram a ver o globo luminoso subir todo belo na direção do Sol, por entre uma chuva, por todos gozados, de pétalas brancas, tênues como florzinhas de neve, que chegadas a pouco do solo, desapareciam." Mais uma vez estamos diante de um fenômeno comum à casuística ufológica. Ora, esse tipo de vestígio que cai ao solo durante ou após a passagem de um UFO é chamado popularmente de 'cabelo de anjo' e consiste de filamentos muito delicados que desaparecem ou se sublimam rapidamente, antes que se possa recolhê-los. Teoricamente, seriam restos de algum combustível usado no sistema de propulsão da nave, ou ainda a condensação de algum elemento da própria atmosfera, quando em contato com o UFO. Parecem muito com teias de aranha ou fiapos de algodão doce. Em fotos da época pode-se vê-los perfeitamente sobre as árvores, nada tendo de pétalas de flores. Encontros ocorridos em Fátima, o último é sem dúvida o mais prodigioso.
De todos os e ficou conhecido como o Milagre do Sol. Aparentemente fazia-se necessário uma demonstração mais clara da veracidade dos contatos e das advertências que estavam sendo passadas à Humanidade. E assim foi feito para mais de 70 mil espectadores, de fiéis católicos a incrédulos homens de Ciência que se faziam presentes. Era 13 de outubro e chovia torrencialmente na Cova de Iria. Como das outras vezes, a tal jovem senhora apareceu e continuou suas revelações, finalizando o ciclo de mensagens. Lúcia pediu que todos olhassem para o céu, quando viram a chuva cessar de repente. "As nuvens se rasgaram e o disco solar apareceu como uma lua de prata a girar vertiginosamente sobre si mesmo, semelhante a uma roda de fogo e projetando em todas as direções feixes de luz amarela, verde, vermelha, azul e roxa, que pintavam as nuvens do céu, as árvores e a multidão imensa." E ainda repetiu-se tudo isso mais duas vezes, em seguida.
Num dado momento do belíssimo espetáculo, conta a História, todos tiveram a sensação de que o Sol se desprendia do firmamento e caía sobre os presentes. "Todos reconheceram que era um sinal dos céus e apalparam as roupas que ainda há pouco estavam encharcadas, verificando que agora estavam completamente enxutas," narra ainda o historiador Felici. Quanto a estes detalhes da ocorrência temos que considerar vários pontos. É evidente, em primeiro lugar, que o Sol verdadeiro não poderia ter se movido, senão teríamos sido arrancados da órbita terrestre ou queimados por sua brusca aproximação. Igualmente, qualquer anomalia solar teria sido registrada pelos observatórios astronômicos, mesmo àquela época.
Portanto o 'milagre' foi na verdade um fenômeno local restrito à pequena Fátima. A expressão "disco solar como uma lua de prata" dispensa interpretação. Localizaram-se testemunhas em cidades vizinhas que viram um estranho objeto fazendo movimentos oscilatórios irregulares, descendo e subindo. A súbita secagem das roupas demonstra uma forte irradiação térmica ou de microondas, numa descarga controlada em todo o ambiente circundante. E assim se explica o chamado Milagre de Fátima: nada mais, nada menos do que uma manifestação ufológica. Mas, mais que isso, foi um chamado à verdade, aos ensinamentos puros que desde sempre têm sido oferecidos por seres superiores que já passaram por este planeta. Não pediram a elaboração de rituais, santificação ou dogmas, mas ensinaram à simplicidade e pediram discernimento em nossos atos. Isso nos impele a repensar nos excessos cometidos pelas religiões.

O caso Maracaiba

Por Reinaldo Stabolito
Presidente do CBPU e Painel OVNI

Este caso foi divulgado há alguns anos atrás por Aldo Novak no "Relatório Alfa". Achei importante registrá-lo no CUB, pois mostra claramente que o fenômeno UFO não é um evento contemporâneo, refutando a teoria que a ufologia é um fenômeno social do homem moderno.

"Durante a noite do último dia 24 de outubro, chuvosa tempestuosa, uma família de nove pessoas dormindo em uma cabana a alguns quilômetros de Maracaibo, foi acordada por um zunido alto e barulhento quando uma luz brilhante e vívida iluminou completamente o interior da casa em que dormiam".

"Os moradores foram tomados de completo terror acreditando, como narraram, que o fim do mundo tinha chegado. Atiraram-se ao chão de joelhos e começaram a rezar, mas sua devoção foi quase que imediatamente interrompida por vômitos violentos, e ferimentos que começaram a aparecer na parte de cima de seus corpos, isto sendo especialmente notado nas áreas da face e dos lábios".

"Devemos notar que a luz brilhante não se fazia acompanhar da sensação de calor, muito embora houvesse uma aparente névoa e um odor peculiar. Na manhã seguinte os ferimentos tinham diminuído, deixando em seus rostos e corpos grandes manchas negras na pele. Nenhuma dor foi sentida pela família até o nono dia, quando a pele começou a descascar e as manchas se transformaram em dolorosas infecções virulentas".

"O cabelo, do lado que estava virado para o fenômeno, caiu quando ele ocorreu. Nos nove casos o lado do corpo mais atingido foi, exatamente, aquele que estava voltado para a luz brilhante. O mais curioso sobre essa ocorrência é que a casa nada sofreu e todas as portas e janelas estavam fechadas durante o acontecido".

"Nenhum traço de luminescência pôde ser observado depois do fato em qualquer parte da construção e todos os que sofreram a experiência foram unânimes em afirmar que não houve nenhuma detonação, mas somente um alto som sibilante já mencionado".
Outro dado curioso sobre o fenômeno é que as árvores em torno da casa não mostraram nenhum sinal de dano até o nono dia, quando elas subitamente descoloraram, quase que simultaneamente com o desenvolvimento dos ferimentos nos corpos dos ocupantes da casa".

"Isso, talvez, seja uma mera coincidência, mas é impressionante que a mesma susceptibilidade aos efeitos elétricos, com o mesmo lapso de tempo, tenha sido observado nos organismos animais e vegetais".

"Eu visitei as pessoas que estão sofrendo e que estão, agora, em um dos hospitais da cidade; e embora eles estejam com uma aparência realmente horrível, tudo indica que os ferimentos desse caso não irão se mostrar fatais".

Warner Cowgill
Consulado dos Estados Unidos
Maracaibo, Venezuela
17 de Novembro de 1886

Sim, o ano está correto: 1886. A carta foi publicada na Scientific American em 18 de dezembro do mesmo ano. Muito antes de Spielberg, muito antes da ufologia atual (que surgiu em 1947) e muito antes da Ficção Científica ser uma coisa comum para qualquer garoto de 10 anos.

O avião não existia. A televisão não existia. Motores radioativos não existiam. Mas o fenômeno existia e estava lá! Foi registrado pela mais importante revista científica da época, em 1886.

Pense nisso...

Acidente eu Aurora

O Acidente em Aurora, Texas 1897
Por Rodrigo F. Hortenciano (Nabo Man)
Web Designer e Web Master do CUB

O Caso trata de um evento ocorrido no Texas em abril 1897, um dos mais antigos casos ufológicos já ocorridos, onde a história relata até mesmo um enterro cristão para o ser extraterrestre que faleceu no acidente.
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O primeiro relato ocorreu primeiro em Sacramento, Califórnia, na noite de 17 de novembro de 1896 - uma luz estranha em um chuvoso céu noturno. Nesta primeira noite ele foi visto por dezenas de pessoas. A maioria viu apenas uma luz. Outros disseram ter visto uma forma escura de charuto atrás da luz. A descrição mais detalhada veio através de um motorista de bonde chamado Lowery, que disse ter visto uma máquina voadora manipulada por dois homens pedalando.

Quando a história chegou aos jornais no próximo dia, causou uma série de controvérsias. Os jornais Sacramento Bee e o San Francisco Call deram ampla atenção ao caso, e enviaram repórteres para entrevistarem as testemunhas. Em contraste, o San Francisco Chronicle descartou toda a coisa. Depois de alguns dias, a história se apagou.

Mas no dia 22 de novembro, o "dirigível misterioso" voltou. Ele passou sobre Sacramento e apareceu sobre Oakland, São Francisco e São José. Nos próximos dias o dirigível foi visto por toda parte na Califórnia. O ápice foi na noite de 25 de novembro, quando ele apareceu em onze lugares ao longo do estado, incluindo Auburn, Chico, Fresno, Hayward, Napa, Oakland, Pasadena, Petaluma, Sacramento, San Lorenzo e Visalia.

Desde o princípio, o fenômeno foi chamado de "dirigível" [airship]. Embora fosse quase sempre visto à noite, testemunhas afirmavam que podiam ver uma forma vaga atrás da luz forte. Elas falaram de fuselagens em forma de charuto, asas batendo e grandes rodas como a de um navio de pás. Algumas disseram ter ouvido vozes, seja em sotaques americanos ou em línguas desconhecidas.

Os relatos ficaram mais surpreendentes enquanto o mês passava. O Coronel Shaw de Stockton reivindicou ter encontrado seres não-humanos com o dirigível em uma estrada rural. Um homem em Indio alegou ter ido a bordo da nave para um vôo.

Se aquelas luzes realmente fossem de uma máquina voadora, quem era seu criador? Havia vários pretendentes à honra. Logo após os primeiros avistamentos, um advogado de São Francisco chamado George D. Collins anunciou que tinha sido contratado para representar o inventor do dirigível, que preferiu permanecer anônimo. Depois de alguns dias Collins se retratou de suas declarações, e disse que tinha sido um mal-entendido.

Pouco depois, William H. H. Hart, ex-promotor geral da Califórnia, proclamou que estava em comunicação com o inventor misterioso, e que o dirigível seria brevemente usado para bombardear a guarnição espanhola de Havana e liberar Cuba. Mas quando pressionado por detalhes e provas, Hart também voltou atrás em suas alegações.

O número de relatos na Califórnia diminuía ao mesmo tempo que novembro chegava ao fim. Houve uma breve aparição no dia 4 de dezembro, com avistamentos de dirigíveis no Brown Valley, Davis, Dixon, North Bloomfield, São Francisco e Vallejo. Então os céus ficaram quietos.

Em 7 de dezembro, a Califórnia tinha se cansado do dirigível - ou vice-versa. Os relatos foram sumindo das notícias e as mentes das pessoas se voltaram para assuntos mais mundanos. Mas a mania de dirigíveis não havia acabado. Longe disto; os avistamentos de dirigíveis tinham se movido para o leste.


O Dirigível Nas Pradarias
Começando em janeiro e continuando até abril de 1897, uma grande onda de avistamentos de dirigíveis cruzou lentamente as Grandes Planícies de oeste para leste. Como na Califórnia, a maioria dos relatos era de uma luz brilhante no céu noturno, temperados com alguns contos mais impressionantes. Foram relatados avistamentos por toda parte no centro dos EUA.

Nebraska era um foco de atividade de dirigíveis. O primeiro avistamento relatado chegou em fins de janeiro, e descrições em jornais dos avistamentos continuaram por meses. O ápice da onda de Nebraska foi em abril, quando as agradáveis noites de primavera convidaram as pessoas para fora para observar os céus. Os diretores de uma de um comércio em Omaha adquiriram uma carta supostamente do inventor do dirigível, que assinou "A.C. Clinton" e pediu três milhões de pés quadrados de espaço para exibir sua máquina. Ele não apareceu.

O dirigível foi avistado primeiro no Kansas no dia 26 de março, e relatos continuaram por abril e começo de maio. A estória mais surpreendente de Kansas veio de um fazendeiro chamado Alexander Hamilton, na pequena cidade de Le Roy. De acordo com Hamilton, o dirigível tinha passado em sua fazenda na noite de 20 de abril. Os pilotos laçaram um novilho do rebanho de Hamilton e levaram-no pelo ar. O Sr. Hamilton até fez uma declaração tabeliada de doze homens proeminentes de Le Roy, atestando sua honestidade e veracidade.

Chicago também esperou o dirigível com grande antecipação, e não foi desapontada. As luzes misteriosas chegaram a Illinois no começo de abril, e duraram pela primeira metade do mês. Depois de um punhado de relatos durante a primeira semana de abril, uma série espetacular de avistamentos de dirigíveis varreram Illinois e Indiana durante a semana de 9-16 de abril, com 110 relatos ao longo do curso de sete noites. Foi visto por toda parte em Illinois, freqüentemente em partes diferentes do estado na mesma noite.
Não muito longe, em Wisconsin, um fazendeiro encontrou uma carta, aparentemente dos pilotos do dirigível, descrevendo sua construção no Tennessee. Outras cartas apareceram no Michigan e Texas, obviamente brincadeiras. A mais célebre "mensagem do dirigível" foi descoberta em Astoria, Illinois. Estava endereçada a Thomas Edison, e era aparentemente um relatório codificado a ele do piloto do dirigível misterioso. O grande inventor chamou-a de uma "pura fraude."

Depois de Illinois e Indiana, os avistamentos começaram a desaparecer. Eles não terminaram de uma só vez; relatos ainda estavam sendo publicados em junho de 1897. Mas eles ficaram dispersos e eram poucos em número. A grande onda da mania de dirigível tinha terminado e retrocedido.
A pequena cidade de Aurora no estado do Texas, teve um incidente ainda mais dramático. No dia 19 de abril o Dallas Morning News informou que o dirigível tinha colidido com um moinho de vento em Aurora e explodido. O corpo do piloto foi recuperado, e identificado como um nativo do planeta Marte. Alguns dos restos revelaram também o material marcado com um tipo de hieroglyfo. Os moradores da cidade deram à pobre pequena criatura um enterro apropriado no cemeterio local. Este incidente, se é verdadeiro ou não, teve apenas bastante publicidade. Foi feito até um filme, “The Aurora Encounter” em 1986, estrelando Jack Elam. A notícia do acidente espalhou rapidamente, mesmo naquele tempo. Um artigo de jornal do evento ainda existe, escrito por E.E. Haydon, repórter para o Dallas Morning News. Abaixo está o artigo original: 

Aproximadamente 6 horas da manhã em Aurora apareceu de forma repentina o dirigível qual sobrevoava ao redor do país. Estava viajando para o norte e muito mais próximo à terra do que antes. Era evidente que alguma maquinaria era avariada, porque estava a uma velocidade de somente dez ou doze milhas por hora,  eaproximava-se gradualmente para a terra. Quando alcançou a parte norte da cidade, estava sobrevoando a área pública e colidiu com a torre do moinho de vento do juiz Proctor e se despedaçou com uma explosão terrível, dispersando restos sobre diversos acres da terra, destruindo o tanque do moinho de vento e de água e destruindo o jardim de flores do juiz. O suposto piloto da nave parecia ser o úniico a bordo e estava bastante disfiguado de sua forma original, foi escolhida até a mostra para mostrar que não era um habitante deste mundo.




Possíveis Explicações 
Mas o que todas essas pessoas estavam vendo cem anos atrás? Uma coisa que é certa é que elas não estavam vendo nenhum dirigível real.

Dirigíveis existiam na época, é verdade. O dirigível "La France" tinha voado um curso circular controlado em 1885 fora de Paris, e na Alemanha o Conde Zepelim estava construindo seu primeiro "Luftschiff" no Lago Constance. Esforços para construir uma máquina voadora dirigível na América datam de tão cedo quanto 1865, quando Solomon Andrews de Perth Amboy voou seu Aereon contra o vento em Nova Jersey. Em 1867, Frederick Marriott de São Francisco construiu uma nave chamada Avitor que teve muitas de suas características mencionadas em relatos do dirigível misterioso - uma fuselagem em forma de charuto e asas. Um modelo em escala voou, mas Marriott nunca construiu uma versão tripulada.

Mas nenhum dos dirigíveis em existência em 1896 poderia voar mais que algumas milhas no ar parado. Não seria antes de pelo menos vinte anos que um dirigível que poderia voar de São Francisco para Chicago existisse. E o simples pensamento de tentar pousar um blimp primitivo nas Montanhas Rochosas e Grandes Planícies durante o inverno - presumivelmente sem uma tripulação de chão - era tenebroso, para dizer isto suavemente.

A explicação popular em círculos OVNI é que o dirigível não era o produto da tecnologia terrestre de 1896. Obviamente deveria ter sido uma nave de outro mundo - ou várias naves, uma vez que as luzes foram vistas em lugares extensamente separados ao mesmo tempo. É impossível provar que não havia nenhuma espaçonave alienígena sobrevoando a América em 1897; se uma pessoa acredita ou não é puramente uma questão de fé. Mas há outras explicações que são mais prováveis, embora não tão cativantes.


A Imprensa e o Dirigível 
A mania de dirigíveis foi o primeiro fenômeno de jornal. Jornais rivais freqüentemente apoiavam explicações diferentes. Em São Francisco, o Call era o proponente mais entusiástico do dirigível, enquanto o Chronicle era mais reservado e o Examiner repetidamente descartou todo o caso.

Os jornais de Hearst seguiram um padrão duplo curioso. Na Califórnia onde o Call e outros jornais pequenos tinham agarrado na história, o San Francisco Examiner de William Randolph Hearst era cético. Mas os jornais de Hearst do leste deram muita atenção para a história, já que este era o tipo de história que o magnata adorava.

Os jornais podem ter dado para seus leitores o que eles queriam ouvir, inventando relatos de avistamentos de dirigíveis. Se isto parecer uma ética questionável, deve ser recordado que o jornalismo era muito mais informal no século dezenove. Brincadeiras, trotes, eram comuns - da inevitável história de Primeiro de Abril sobre serpentes do mar ou trutas peludas, a enganações elaboradas como a Fraude da Lua de Richard Adams Locke ou a Fraude do Balão de Edgar Allen Poe.

Vale notar que uma proporção grande de avistamentos de dirigível foi publicada em relativamente poucos jornais. A maioria dos relatos da Califórnia apareceu no San Francisco Call. Metade de todos os avistamentos de Nebraska foram publicados no Omaha Bee. O Atchison Champion era o principal jornal sobre o dirigível em Kansas, e o Dallas Morning News publicou muitos avistamentos do Texas. Quando a mania chegou a Illinois e Indiana, era o Chicago Times-Herald que era o repórter mais entusiástico de avistamentos de dirigíveis. Estes não eram sempre os maiores ou mais influentes jornais de suas regiões. Grandes jornais como o Chicago Tribune ou o San Francisco Chronicle tenderam a minimizar o caso do dirigível, mas jornais menores famintos por assinantes foram atraídos pela história.

A progressão lenta de avistamentos de dirigíveis pelo continente pode não ser o movimento de qualquer veículo, mas sim a onda de propagação de histórias de jornal inspiradas por relatos semelhantes em cidades próximas.


Pregadores de Peças 
Pregar peças [practical joking] era muito mais comum no século 19 do que é hoje. Seria certamente possível para alguém lendo os relatos do misterioso "dirigível" construir um balão de ar quente de papel e inspirar alguns avistamentos. Pelo menos um caso disto foi verificado, em Nebraska. Alguns dos jornais anti-dirigível acusaram os jornais pró-dirigível de deliberadamente lançar balões ou pipas para criar interesse.

Até mais simples é alegar um falso avistamento. As duas histórias mais surpreendentes do dirigível parecem ambas mentiras evidentes. A estória de "abdução bovina" de Alexander Hamilton e o acidente de Aurora eram simplesmente invenções. No caso de Hamilton era mais um pouco de diversão; anos depois, o editor do jornal no qual o conto apareceu primeiro recordou que Hamilton e alguns outros estavam brincando no escritório do jornal uma tarde e inventaram a história da vaca.

O evento de Aurora obteve algum escrutínio de investigadores OVNI nos anos setenta, motivado pela possibilidade de encontrar restos alienígenas em uma pequena cidade do Texas. Mas suas pesquisas só revelaram que não houve nenhum acidente e nenhum alien enterrado. Tudo foi inventado pelo Dallas Morning em Aurora, possivelmente como um modo de adquirir um pouco de publicidade gratuita para a cidade.

Também há alguma evidência para sugerir que muitos dos relatos nas Grandes Planícies foram criados por um grupo de trabalhadores e operadores de telégrafo de estradas de ferro. Equipados com seu próprio sistema de comunicação pelo país, e com muito tempo livre nas longas noites de inverno, os telegrafistas de via férrea eram o equivalente em 1890 dos viciados em Internet modernos. Eles podem bem ter tido um papel em começar ou promulgar os relatos.


Fenômenos naturais 
A maioria das causas naturais pode ser excluída como explicações para os avistamentos de dirigível. Uma vez que o dirigível foi visto em um grande número de estados ao longo de um período de seis meses, o que quer que fosse devia ser duradouro e extensamente visível. Isso elimina fenômenos de vida curta como relâmpagos globulares, aurora boreal ou meteoros.

O culpado mais provável é o planeta Vênus. Durante o inverno de 1896-97 ele era visível no céu noturno, e estava em seu brilho máximo no dia 23 de março - exatamente no ápice da mania de dirigíveis. Muitos dos relatos de dirigíveis foram em noites nubladas. O disco luminoso de Vênus brilhando através de nuvens em movimento poderia parecer ser um dirigível em vôo.

Pássaros migratórios poderiam ser responsáveis por alguns avistamentos, especialmente sobre cidades com novos sistemas de iluminação. A primavera é afinal de contas a estação em que pássaros retornam do inverno. Pássaros poderiam responder pelas descrições ocasionais de asas batendo no dirigível misterioso.

Finalmente, o poder da sugestão não pode ser subestimado. Uma vez que as pessoas ouviram falar do dirigível e começaram a ir fora olhar, qualquer coisa luminosa ou desconhecida no céu seria obviamente a máquina misteriosa.


Grandes Expectativas 
Embora nenhuma máquina voadora dirigível já tivesse provado ser prática, o vôo era um tópico quente nos anos de 1890, e 1896 foi um grande ano para a aeronáutica. Samuel Langley, o pioneiro da aviação secretário do Smithsonian, manteve álbuns de recortes contendo notas de jornal sobre o vôo, colecionados de jornais ao redor do país. Seu volume de 1896 inclui relatos de pelo menos dez inventores que reivindicavam ter conquistado o ar antes dos avistamentos começarem, e o livro de Langley não inclui recortes sobre suas próprias experiências em maio daquele ano, quando ele fez voar um modelo não tripulado.

Claramente, dirigíveis estavam "no ar," por assim dizer. E em nenhuma parte mais que em São Francisco. O San Francisco Call publicou um artigo em setembro de 1896 descrevendo o dirigível patenteado de um inventor, inclusive com uma grande ilustração. A máquina era cilíndrica, com asas que batiam, portinholas, e rodas - todas as características vistas durante a mania de dirigíveis um mês depois. Significativamente, o Call era o jornal mais vigorosamente pró-dirigível na Califórnia.

Assim, quando as pessoas viram Vênus brilhando a noite céu, seus pensamentos se voltaram naturalmente para os dirigíveis. Nas pradarias, pode ter havido um elemento forte de pensamento tendencioso envolvido. Na ocasião, as vias férreas quase tinham um monopólio em transporte nas grandes planícies, e controlavam muitas legislaturas de estado. Uma forma nova de transporte aéreo terminaria com o reinado dos barões de trens.

O paralelo com a onda de "discos voadores" em fins dos anos 40 e começo dos anos 50 é notável. Com o advento dos foguetes e do poder atômico durante a Segunda Guerra Mundial, a conquista do espaço parecia estar à mão. Cientistas notáveis como Wehrner von Braun escreveram artigos otimistas sobre a viagem espacial em revistas de circulação em massa como a Collier's. Assim, quando as pessoas olharam para cima e viram algo luminoso e desconhecido, pensaram imediatamente em espaçonaves.

Atualmente, há um cinismo difundido a respeito do governo, incerteza sobre o mundo pós-Guerra Fria, e uma desconfiança de novas tecnologias. Pessoas que vêem luzes no céu agora as chamam de "helicópteros negros" - os agentes sinistros de opressão espreitando no ar.

Análises fotográficas

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Operação Prato

A Operação Prato foi a primeira operação realizada pela Força Aérea Brasileira (FAB) cujo objetivo principal era verificar a existência de objetos voadores não identificados (OVNI) sobre o solo brasileiro. Essa operação foi comandada pelo então capitão Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977, no estado do Pará.
A operação que foi concentrada na cidade de Colares, que fica próxima a Vigia, no litoral do Pará surgiu quando várias pessoas (principalmente mulheres) alegaram serem vítimas de "luzes do céu que queimavam" apelidadas pelas pessoas da região com "chupa-chupa". Já não sabendo mais o que fazer, as autoridades da localidade pedem ajuda ao Exército Brasileiro dando início à operação.
Originalmente, o Capitão Uyrangê Hollanda Lima dizia que apesar de acreditar na possibilidade de vida extraterrestre, não acreditava ser esse o caso dos registos visuais em Colares, porém mudou radicalmente a sua opinião durante o tempo em que esteve na ilha, ao afirmar ter visto e inclusive filmado e fotografado OVNIS sobrevoando a cidade, próximo aos locais onde o pessoal de sua equipe estava instalado. Ainda segundo ele, um OVNI teria em determinado momento feito tal manobra que em qualquer avião do mundo seria considerada morte certa, porém neste caso nada lhe ocorreu e este manteve o voo normalmente.[carece de fontes?]
Quando a equipe da FAB chegou a Colares, o centro médico da cidade não parava de receber vítimas do "chupa-chupa", como o fenômeno ficou conhecido. A população, predominantemente muito religiosa, não parou de buscar explicações na fé cristã para o fenômeno, como por exemplo, alguns atribuíam as luzes ao "Diabo, que estaria na Terra para atacar os cristãos". Enquanto esteve na cidade, a equipe de Hollanda Lima conseguiu restabelecer a ordem e evitar pânico maior do que o que já estava instalado. Muitos grupos de cidadãos da cidade também se organizaram para fazer vigílias e com o uso de fogos de artifício, tentar espantar as misteriosas luzes.
Num determinado momento, o então capitão Hollanda Lima afirmou ter chegado próximo de fazer contato com os OVNIS, porém este não chegou a ser concluído.
Inexplicavelmente, o comando da Aeronáutica, após 3 meses, cancelou a operação e chamou a equipe de volta. Porém, o capitão, que morava na região dos Lagos do Rio de Janeiro, disse que tentaria investigar ainda por conta própria. As luzes continuaram a ser vistas em Colares por algum tempo, porém não com a mesma intensidade, e os casos de ferimentos logo cessaram.[carece de fontes?]
A notícia da operação veio a público em meados dos anos 90, quando Yrangê Bolívar Hollanda Lima, dizendo temer por sua vida e pela perda das informações caso algo lhe viesse a acontecer, procurou uma equipe de ufólogos para registrar seu depoimento sobre tudo o que presenciou. Três meses após a matéria sair na imprensa, Hollanda é encontrado morto por uma enteada sua. Ufólogos que ficaram amigos do militar afirmam não acreditar que ele tenha realmente se suicidado, lançando suspeitas sobre uma conspiração de assassinato.
Todo o material registrado pela equipe dele durante a Operação Prato ficou sob a posse da FAB, que ainda não liberou estes arquivos ao público, apesar de uma imensa enorme campanha iniciada pelos ufólogos junto ao presidente Lula

Caso Westendorff

Haroldo Westendorff, empresário gaúcho, administrava uma empresa de beneficiamento de arroz, uma transportadora e uma fábrica de rações. Nas horas de folga costumava pilotar o seu próprio avião monomotor Tupi. Foi num desses momentos de lazer que o empresário viveu uma experiência intrigante.
Às nove horas, logo depois de tomar o café da manhã, ele decolou do aeroporto de Pelotas para mais um passeio. Às 10h15, quando sobrevoava a ilha de Saragonha, na Lagoa dos Patos, a cerca de 15 quilômetros do aeroporto, Westendorff deparou-se com um imenso objeto aéreo não identificado. O susto foi enorme. Até a gagueira de infância voltou a afetar-lhe por alguns segundos. Recuperada a fala, o empresário conseguiu levar o monomotor a até muito próximo do objeto, onde permaneceu por mais de dez minutos.
Representação artística do objeto observado por Westendorff
Piloto desde os anos 70, Haroldo afirma que o objeto tinha uma base do tamanho de um estádio de futebol, com cerca de 100 metros de diâmetro, e de 50 a 60 metros de altura. Diz ainda que tinha a forma de um cone, com os vértices arredondados. Por 12 minutos, o empresário permaneceu voando ao redor do OVNI, a uma distância de aproximadamente 100 metros. Deu três voltas ao redor da nave e pôde observar seus detalhes. Era feita de algo parecido com metal, com a parte inferior lisa e oito vértices, que tinham cada um três saliências, como bolhas. A nave girava em torno de si própria e se deslocava em direção ao mar. Durante o tempo em que a testemunha permaneceu ao redor do OVNI não percebeu nenhum movimento da nave que pudesse indicar uma reação hostil. De repente, a parte superior do OVNI se abriu, bem na ponta, e dali saiu um disco voador na vertical, que em seguida se inclinou 45 graus e disparou para cima numa velocidade impressionante. Assustado, Haroldo se afastou da nave. Nesse momento, aquele objeto enorme subiu na vertical, numa velocidade fora do comum, sem fazer vento, sem ruído de explosão e sem nenhuma reação física.
O fato, ocorrido na manhã de 5 de outubro, impressiona não só pela riqueza dos detalhes descritos por um piloto com mais de 20 anos de experiência como pelo número e qualificação das testemunhas que asseguram ter avistado a mesma nave.
Westendorff, durante a segunda volta ao redor da nave, usou o rádio do avião para informar a sala de controle da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), do aeroporto de Pelotas, sobre o que estava ocorrendo. Perguntou ao operador da Infraero, Airton Mendes da Silva, o que ele via no setor Leste na direção da pista 15/33. "Olhei para fora e vi no horizonte um objeto, na forma de um triângulo acinzentado, com as bordas arredondadas", conta o operador. Estavam com ele os auxiliares de serviços portuários Gilberto Martins dos Santos e Jorge Renato S. Dutra, que tentaram juntos identificar o objeto voador.
Westendorff também se comunicou com o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II), em Curitiba, no Paraná, responsável por vigiar os céus do Sul do Brasil. A resposta recebida foi a de que não havia nenhum registro anormal nos radares, embora pudessem detectar a presença do monomotor.
O Ministério da Aeronáutica mantém uma investigação sigilosa sobre a nave avistada por Westendorff. Um sargento da Base Aérea de Canoas viajou a Pelotas para colher o depoimento do empresário e de funcionários da Infraero. O sargento pede para não ser identificado, mas passou uma tarde no aeroclube de Pelotas, ouviu os relatos e tomou conhecimento de um "desenho falado" de todo o episódio.
Sem dúvida, o Caso Westendorff é um dos relatos ufológicos com mais precisão de detalhes. Será que a testemunha viu mesmo uma nave? E será que esta nave tinha procedência extraterrestre?

Outros OVNIs semelhantes
No livro Segredo Cósmico, de William F. Hamilton III, diretor de investigações do Mufon (grupo ufológico), também são citadas aparições de OVNIs, em 1989 e 1990, na Bélgica e em 16 de setembro, em Valley, Alabama, EUA, semelhantes à nave vista por Westendorff. São relatos de pilotos, controladores de tráfego aéreo, meteorologistas, engenheiros aeronáuticos e físicos que descrevem os OVNIs "grandes como campos de futebol ou maiores do que um avião cargueiro.

Menino desapareceu

   
 Piranhas - GO
 Rondonópolis - MT

O menino Manoel Roberto, de 11 anos, apareceu no dia 20 de janeiro de 1978, uma sexta-feira, em Rondonópolis - MT a 250 km de Cuiabá afirmando que juntamente com o seu primo, Paulinho, de 10 anos, foram raptados por um trem em Piranhas - GO, quando disputavam uma pelada de futebol num campinho da cidade.
Vestindo apenas calção e camisa, Manoel Roberto, depois de bater em diversas casas em busca de pouso e alimentação, chegou na residência do engenheiro eletrônico Nestor Touro, a quem repetiu a história várias vezes sem cair em contradição. Ele diz que desconhece o destino de seu primo, pois foi deixado naquela cidade, enquanto Paulinho ficou no interior da nave espacial (trem).
A história do menino espalhou-se rapidamente pela cidade. Hoje, enquanto o engenheiro Nestor Touro preparava-se para se deslocar para Piranhas, a 500 quilômetros de Rondonópolis, para entregar Manoel Roberto a seus pais, algumas pessoas afirmavam que na sexta feira à noite haviam visto um objeto com forma circular sobre a cidade.
Coincidentemente, no horário em que a nave teria deixado o menino em Rondonópolis, registrou-se violenta queda de luz na cidade, durante três minutos, embora não houvesse qualquer problema com a rede de energia elétrica.
Segundo Manoel Roberto, ele e seu primo jogavam bola em companhia de outros garotos, quando por volta das 17 horas um objeto estranho desceu numa rua perto do campinho. Os demais garotos correram assustados, mas ele e Paulinho ficaram pregados ao chão e foram atraídos para o interior do trem. Disse, também, que haviam oito pessoas, todas baixinhas, dentro do objeto e vestidas com roupas parecidas com espuma de plástico, de cor avermelhada. Manoel Roberto disse que os estranhos não falaram com eles e nem entre eles mesmos.

Pessoas atingidas por raio de OVNI

Fortaleza de Itaipú:
Na noite de 03 de novembro de 1957, na Fortaleza de Itaipú, na Praia Grande, no Estado de São Paulo, um disco voador veio do Oceano Atlântico e parou em cima da Fortaleza. Ocorreu um "black out" elétrico em toda a região. O disco voador projetou uma luz avermelhada que atingiu dois sentinelas, os quais tiveram queimaduras de primeiro, segundo e terceiro grau. O estranho é que tais queimaduras não ocorreram nas partes expostas, como as mãos e o rosto e sim por debaixo da roupa. As Forças Armadas negam até hoje esse fato.
Caso Crixás:
Em 13 de agosto de 1967, na fazenda Santa Maria, na cidade de Crixás, no Estado de Goiás, por volta das quatro horas da tarde, ainda de dia, o capataz Inácio, juntamente com sua esposa Maria, retornavam da cidade, quando avistaram um estranho objeto, em forma de bacia invertida, pousado no campo particular de pouso de aviões pequenos da fazenda. Inácio imaginou que era algum veículo novo do Exército sendo testado pelo dono da fazenda, Ibiracy de Morais, um rico fazendeiro, o qual foi presidente do Banco do Brasil. De longe, viram o que parecia três "crianças", ao lado do estranho objeto. Ao se aproximar mais, Inácio pensou que as "crianças" estavam nuas. Achou aquilo um afronto à sua mulher. Quando os seres viram o casal, passaram a correr em sua direção. Inácio, ao ver que eram estranhos seres, pegou sua espingarda e mirou na testa de um dos seres (Obs.: Ibiracy nos confidenciou que o Inácio conseguia acertar um pombo, em pleno vôo, a mais de 50 metros de distância, ou seja, era um exímio atirador). Na distância de 60 metros, o Inácio disparou e o ser caiu. No mesmo instante, um jato de luz verde, tipo laser, saiu do objeto e atingiu o ombro esquerdo do Inácio, o qual desmaiou na hora. Maria disse que os outros dois seres pegaram o terceiro ser no solo e o levou para dentro do disco voador, o qual levantou vôo em alta velocidade. Inácio foi atendido em um hospital de Goiana, Capital de Goiás. No local onde o raio verde atingiu o ombro do Inácio, ficou um eritema (mancha) que se espalhou pelo braço e pescoço. Inácio morreu 59 dias depois com leucemia. Não sabemos se o raio verde causou a leucemia, ou se o médico que assinou o atestado de óbito colocou leucemia por não saber o tipo de "doença" que matou Inácio.
Caso Thiago Machado:
Em 06 de fevereiro de 1969, o jovem Tiago Machado, residente na cidade de Pirassununga, no Estado de São Paulo, logo pela manhã, foi acordado por sua mãe, a qual disse que havia pousado uma estranha nave em um terreno baldio, não muito longe do local. Tiago se vestiu e foi até a rua verificar. Voltou correndo para casa e pegou o binóculo. Ao ver que realmente era uma nave diferente, Tiago resolveu ir até o local, distante aproximadamente mil metros. Ao chegar perto na nave, uma escotilha se abriu na parte superior e um ser saiu flutuando até chegar ao solo. Tiago, nervoso, acendeu um cigarro. O ser olhou de uma forma estranha e o Tiago ofereceu cigarros para o ser. O ser continuou olhando, na distância de aproximadamente seis metros. Tiago então jogou o maço de cigarros perto do ser. O ser aproximou a mão do maço. O maço flutuou e grudou na mão do ser, que a levou para a perna e o maço desapareceu. Nesse instante, os parentes e vizinhos resolveram se aproximar também, quando o ser flutuou e entrou na escotilha. Com um estranho aparelho, o ser disparou um "tiro" de luz que atingiu a coxa direita do Tiago, deixando-o completamente paralisado. A nave flutuou e desapareceu em alta velocidade. O Tiago foi socorrido no hospital da cidade e a AFA – Academia da Força Aérea – isolou o local do pouso e pesquisou a ocorrência.
Operação Prato:
Em 1977, na ilha de Colares, no Estado do Pará, os moradores eram atacados à noite por uma estranha luz que projetava um filete luminoso no peito das pessoas e desmaiavam. Quando acordavam estavam anêmicas. A Dra. Adelaide atendeu mais de 200 casos. O terror se espalhou pela cidade e cidades vizinhas, e os moradores não saiam mais à noite. Assim, a Aeronáutica Brasileira enviou vários militares para descobrir o que estava acontecendo. Esse evento foi conhecido como Operação Prato e foi comandada pelo Coronel Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima. Fizeram centenas de fotos e vários filmes. Os militares tiveram avistamentos muito próximos. Quando o fenômeno cessou, os militares encerraram suas atividades. Para surpresa da Ufologia, em outubro de 1997, o Coronel Hollanda deu um depoimento detalhado aos pesquisadores Ademar José Gevaerd e Marco Antônio Petit – respectivamente editor e co-editor da Revista UFO brasileira. Infelizmente, todas as fotos e os filmes não foram liberados pela Aeronáutica.
 

Homem diz ter ficado sego por um OVNI

Joaquim Ferreira de Aguiar
Em 22 de maio de 1986, Joaquim Ferreira de Aguiar, mais conhecido como Joaquim Elói, protagonizou no Tabuleiro um dos mais marcantes casos da ufologia brasileira. O pequeno vilarejo de Tabuleiro, hoje bastante conhecido pela cachoeira, é o centro de várias observações ufológicas, sendo palco de significativos casos. O de Joaquim Elói atraiu a atenção de pesquisadores do mundo todo.
Em dezembro de 2001, o caso ainda repercutia na mídia, direcionada aos especialistas em OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados). Na época, Joaquim - que acabava de completar 91 anos - relatou o caso:
"Acordei às 04:00 h achando que tinha perdido a hora, dado a um clarão esquisito que entrava pelas frestas da casa. Abri a janela dos fundos e me deparei com o clarão, que iluminava feito dia toda a encosta da serra. Chamei meu filho Quininho para ver o troço, mas ele não quis,estava com medo. Fui então para a janela da frente. Ao abrir, uma forte luz veio no meu rosto. Não era coisa deste mundo".
Segundo Joaquim Elói, a nave estava parada no chão, a menos de 40 m, e emitia uma luz fixa. "Dava até para escutar umas vozes esquisitas lá dentro. Parecia alemão, um som que parecia de rádio. Antes da luz ir embora, num movimento brusco, ela fez um barulho tipo zunido e mudou sua cor branca para o verde, mais intensa ainda. A serra ficou toda esverdeada. Depois apagou de uma vez, ficando só um tipo de cruz rodando embaixo do objeto", concluiu. Na seqüência, após partir da fazenda de Joaquim Elói, o objeto voou em direção ao vilarejo de Tabuleiro, onde foi avistado por outros nativos. Joaquim Elói, após o testemunho, começou a sentir dormência em seu braço esquerdo, usado para proteger os olhos da intensa luz. Além disso, sua visão ficou debilitada. Atualmente, ele é cego e atribui isso ao disco voador. Não existe prova de que a cegueira foi causada pela luz do OVNI, mas também ninguém descarta tal hipótese.

Internauta captura mais de 10 fotos de OVNIs

Um internauta do Portal Uai tirou fotos de um suposto objeto voador não identificado que sobrevoava o céu de Belo Horizonte. Em dois momentos distintos, ele capturou imagens misteriosas.

No primeiro, na região do Alto da Boa Vista, Leste da capital mineira, um objeto cilíndrico foi flagrado próximo ao sol. Na foto ao lado, ele aparece ao lado de uma palmeira.
No segundo, ele consegue capturar o instante em que o suposto OVNI, de forma cilíndrica e com bordas vermelhas, corta o céu da capital.
Vejam as fotos do Internauta:

OVNI de Goiânea

No final do dia 21 de novembro, às 19h: 15min horário de Brasília, um amigo e irmão, Genésio, estava conversando comigo na sacada do apartamento no Santo Pedro Ludovico quando, de repente avistou um objeto no céu.
Inicialmente parecia um balão daqueles utilizados pela metereologia, mas não havia qualquer tipo de cangalha sendo puxada. Era um objeto único, que alternava a posição e vez por outra apresentava brilho metálico quando refletido pelo sol.
A velocidade de cruzeiro era bem baixa, parecia um vôo de reconhecimento. A altura do vôo seria de aproximadamente 1.000 metros, com trajeto de Leste para Oeste (vindo do Parque das Laranjeiras – ocasião em que vimos – em direção a Aparecida). Na altura do que seria o terminal do Cruzeiro, fronteira com Aparecida, o objeto que passou em linha reta, subiu e ganhou as nuvens.
Não parecia nenhum tipo de aeronave conhecida, poderia ser um balão. Para ser um balão deveria ter abaixo algum tipo de instrumento ou cangalha, não havia nada. E por ter brilho metálico na estrutura – peso do metal- não poderia ser um balão.
Não sei o que era, mas sobrevoou calmamente a região Sul de Goiânia e depois foi embora. Mais alguém viu ou pode dizer o que foi isso? Seria um OVNI?
Veja no Blog do João Carlos Barreto um vídeo do objeto.

Exército nega existencia do ET de varginha

 

Depois de 14 anos, o caso do ET de Varginha ainda é cercado de polêmicas e desperta a curiosidade de muita gente. Um relatório do Exército Brasileiro, feito em 1997 e divulgado só agora, mostra que um ser extraterrestre nunca apareceu no sul de Minas.
A revista ‘Isto é’ publicou uma reportagem sobre o inquérito policial que apurou a participação do Exército, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros no caso Varginha. O resultado deixa claro que não houve nenhuma captura de ser extraterrestre no dia 20 de janeiro de 1996.
A matéria com título "A história oficial do ET de Varginha" mostra o quê, segundo a revista, são os dois únicos documentos produzidos pelo governo para apurar as ocorrências e as acusações feitas contra militares que teriam participado do caso. O inquérito aberto e concluído em 1997 tem 357 páginas e detalha depoimentos. Segundo a reportagem, o encarregado pelo inquérito tenente-coronel Lúcio Carlos Pereira concluiu que o que houve na verdade foi uma confusão. O texto diz que um cidadão, provavelmente sujo por causa da chuva e visto agachado junto a um muro, teria sido confundido com uma criatura do espaço por três meninas. Um estudo fotográfico teria simula a semelhança entre um homem e o suposto ET. Um morador da cidade chamado Luiz Antônio, hoje com 46 anos, seria o homem visto no terreno baldio naquela época.
O resultado de uma sindicância realizada na Escola de Sargento das Armas, em Três Corações, em maio de 1996 foi anexada ao inquérito. O ufólogo Ubirajara Rodrigues, de Varginha, foi ouvido na investigação. Segundo ele, o inquérito deve ser levado em conta, mas os pesquisadores não podem descartar hipóteses. "Todo fenômeno ufológico hoje tem todo um aspecto de mito, ele é mítico vamos dizer assim. Mas eu não posso hoje em dia, depois da evolução das pesquisas, afirmar nem negar absolutamente nada em torno do caso Varginha. Nós estamos revisitando o caso desde alguns anos e isso ainda vai durar muito tempo", disse Rodrigues.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Fotos incríveis do Caso de Cornwall

O Caso de Cornwall no Reino Unido em 2006

Traduzido por: Milton Dino Frank Junior


Era uma passageira de um balão que sobrevoava Cornwall no Reino Unido no ano passado. A pessoa que era proprietária do balão nos levou a uma altura de 2.000 pés. Bem, parecia muito alto de qualquer forma. Estávamos sobrevoando perto de um lugar chamado Tintagel quando uma mulher percebeu este objeto. No início ele estava de vagar, mas de repente seus movimentos se tornaram muito rápidos, levou apenas dois segundos e aquilo sumiu, se é que foram dois segundos.
Nenhum tipo de som foi escutado durante a execução das fotos. Havia um ruído de uma batida que nos balançou e nós ficamos grudados na cesta do balão. Era um final de tarde ensolarado e encantador. O fato ocorreu as 17h00min em agosto de 2006. Eu gostaria de ter contado este episódio antes, mas infelizmente não tenho nenhum computador e tenho que usar computadores de Lan Houses.
Em todo o caso pode ser algo da força aérea inglesa ou americana porque há uma base americana há algumas milhas chamada RAF St Mawgan.

Vejam as fotos e sintam-se a vontade para pensar o que quiserem delas:
  

Informação adicional: As fotos foram tiradas por meu marido com uma máquina Canon SLR. A máquina tem alta velocidade de disparo e esta ficou fora de controle quando ele acionou o disparador automático. Ele é um fotógrafo experiente e utiliza sua câmera para fazer fotos de cavalos de salto (equitação). Tenho certeza que se trata de uma câmera EOS. Meu marido está em Malta no momento mergulhando, mas vou perguntá-lo a respeito da câmera assim que ele chegar.
História contada ao site UFO CASE BOOK por Pat


Considero Fake pela discussão das comunidades ufólogas do orkut acesse e verá

Comunidade Ufologia 

Ufologia Militar 

 

OVNIs traingulares pelo mundo

   1990 - Petit Rechain, Bélgica. Uma das fotos de OVNIS mais famosa do mundo. O fotógrafo, até onde sei, continua no anonimato. Esta foto foi tirada numa noite de Abril durante o caso conhecido como "A Onda Belga". A foto mostra muito claramente um objeto triangular com luzes. Uma das melhores provas ufológicas que temos. A foto original era muito escura para mostrar o contorno do objeto, esta teve de ser clareada. Muitos dos OVNIS belgas foram filmados, mas os negativos estão em branco, que indicaram aos investigadores que as anomalias eletromagnéticas ou radioativas estavam presentes. 
   1997- Phoenix, Arizona. Um dos eventos ufológicos mais badalados da história. Observado primeiramente em um teste padrão do hexagrama e tirada às 19h30min  sobre a área das Montanhas Superstition no leste de Phoenix, a formação da característica 8+1 dos orbs era vista em dois testes padrões com arcos separados "Rastreamento de Luzes" sobre a área do rio Gila às 21h50min e outra vez às 22h00min na borda sul de Phoenix, quando eles foram vistos por milhares de pessoas e gravados por várias câmaras que estavam próximas nas mãos aos prendedores durante os minutos que esta frota apareceu. Os objetos vistos foram descritos como ovóides e também triangulares.
   2002 - Glascow, Escócia. O fotógrafo disse que fez a foto por volta das 22h:00min em Glasgow, Ayrshire, Escócia. Disse: "Por volta das 22h00min há  dois meses estava olhando para fora de minha janela (procurava realmente meu gato que correu porta afora) quando eu vi esta coisa estranha no céu assim que percebi apenas apanhei minha câmera digital e tirei estas fotos...” depois que tirei as fotos entreguei a câmera para minha namorada... Olhei para trás, mas o objeto tinha sumido... Não havia nenhum barulho foi tudo muito silencioso. PS A foto não está boa porque minhas mãos tremiam."
   2002 - Las Cruces, Novo México. Foto tirada em cinco de outubro de 2002. Testemunha entrevistada disse: Tirei quatro fotos das montanhas a oeste de Las Cruces, NM. A câmera era uma Canon G2 digital. A última foto foi feita às 16h49min e foi ampliada após o downloading a um computador. Até aquele momento eram duas imagens de dois objetos observados no céu. Um na esquerda superior tinha o formato de um disco (a ampliação mostrou que era triangular) e parecia metálico. Um segundo objeto, abaixo e à direita do primeiro, estava aparentemente muito menor e/ou muito mais longe. Uma foto tirada dois minutos antes não mostrou nenhum objeto.
   2005 - Kaufman Co no Texas. 09/02/2005. Foto feita pelo extraordinário cineasta Lawwalk. São duas luzes vermelhas indo para o leste e não tão rápidas. Pareciam duas luzes horizontais lado a lado no início sem nenhum flash de luz visível que travaram chamar a minha atenção mais eu não ouvi nenhum ruído. Logo que acionei o zoom da máquina no objeto, deu para perceber que havia três luzes formando um triângulo. Levei aproximadamente trinta segundos ou mais quando ele foi para trás de minha casa. Não sou bom na realidade para discernir durante a noite o que estas luzes eram, porque, você não pode ver o formato, poderia ser qualquer coisa.
   2005 - Louisiana. 04/03/2005. O filho de 13 anos do meu colega de trabalho estava em seu jardim em Westwego, LA, tirando uma foto do por do sol. Quando baixou as fotos em seu computador observou um ponto no centro superior da foto (primeira foto). Quando você amplía a área você vê um triângulo com luzes em cada ponta (segunda foto). Se você olhar mesmo mais próximo, você pode ver um ponto preto à direita e acima do triângulo (muito perto disto na terceira foto). Westwego é logo após da travessia do Rio Mississipi partindo de Nova Orleans.
   Porto Rico - 2005 - O relatório a seguir ainda é um relatório preliminar deste evento em Porto Rico -- o vôo de um grande UFO triangular sobre Porto Rico. Mais testemunhas sobre este avistamento ainda irão dar os seus depoimentos, porque havia muitas outras pessoas na avenida quando o evento ocorreu. Nós gostaríamos que todas as testemunhas que vivem em Carolina de Porto Rico e nos distritos de Urb. Los Angeles que, por favor, nos telefonassem nos seguintes números a fim de darmos continuidade em nossas pesquisas. Até o momento somente uma pessoa fotografou o objeto, mas nós estamos cientes que mais pessoas o viram incluindo o pessoal administrativo do aeroporto internacional Luis Munoz Marin.

Sera a nova versão do ET de Varginha?

Mulher encontra com criatura de olhos vermelhos no Texas dez anos depois do ocorrido em Varginha
Segue relato da testemunha:
 

"Foi no Sábado 16 de Dezembro de 2006. Eu saí da festa de Natal de minha prima às 10:00hs da noite. Eu não lembro se era noite de Lua Cheia ou não, mas devia estar quase cheia porque a Lua brilhava bastante naquela noite. No momento em que entrei em uma estrada de terra, eu senti que estava sendo observada. Eu já senti isso muitas vezes antes e sempre que isso acontece realmente tem um cervo ou outro animal me observando dentro da mata(onde eu moro há muitos animais selvagens). Meu filho de 6 anos estava dormindo no carro. Tinha chovido bastante nos dias anteriores e a estrada estava muito escorregadia e lamacenta. É uma estrada que tem muitas curvas, ao sair de uma delas eu imediatamente avistei 2 pontos vermelhos brilhantes a cerca de 1.80 mts de altura do chão. Meu primeiro pensamento foi que seriam os olhos de um cervo atravessando a estrada, mas depois eu percebi que não podia ser porque o vermelho era muito vermelho. Então eu pensei que podia ser um marsupial em cima de um galho de árvore. O tempo inteiro direcionei minha atenção aos 2 pontos vermelhos para tentar descobrir o que seria aquilo. Ao chegar perto, eu percebi que não podia ser um marsupial porque os pontos tomaram a forma de gotas e não havia galhos onde ele pudesse estar apoiado. Ao me aproximar da próxima curva tive que quase parar devido a um declive na pista. A coisa estava parada na extremidade da linha de árvores que margeia a estrada a cerca de 2 metros do meu carro. Usando a altura do meu carro como medida, eu diria que a coisa tinha cerca de 1.80 mts de altura e era completamente negra exceto por seus olhos vermelhos. Era bem magro e tinha membros com 1 polegar e 2 dedos na extremidade. Embora eu não tenha visto ele se mexer ele me observou o tempo inteiro em que passei em sua frente. Sua cabeça era mais larga em cima e bastante estreita embaixo. A face era muito difícil de definir, quanto mais eu olhava mais difícil ficava de definir alguma coisa. Era como se fosse uma face borrada. Ao terminar de passar pela coisa eu parei o carro e engatei a marcha-ré, com intenção de voltar e ver aquilo de novo. Entretanto eu desisti e continuei pela estrada. Eu nunca mais vi nada parecido com aquilo, nem me senti observada novamente."


 
 
 
Ilustração da criatura e foto do local feita pela testemunha



Caminhoneiro também viu grande criatura com brilhantes olhos vermelhos em data desconhecida
 

Data: Outono de 2005 (data exata desconhecida)
Local: Central Arizona, Rodovia 260


Segue relato da testemunha:
 

"Eu sou motorista de caminhão. E eu também já vi algo no Arizona bastante similar ao avistamento da senhora no Texas, a cerca de 1 ano e meio atrás. Eu estava viajando na auto-estrada de 2 pistas indo para Phoenix tarde da noite e quando me aproximei de uma curva vi alguma coisa muito grande com olhos vermelhos brilhantes parada ao lado da estrada. Não era um Cervo ou Alce porque era muito alto. Eu sento a cerca de 1.80 - 2.10 mts de altura do chão e estava olhando para aquilo direto e reto da minha cabine. Eu não gostei nada daquilo e não reduzi a velocidade, continuei me movimentando. Eu não esqueci aquilo. Eu tenho faróis muito fortes no meu caminhão e tudo que eu vi foram árvores, olhos e uma fraca silhueta. Era muito, muito grande. Eu pude ver algo como olhos vermelhos brilhantes. Os olhos eram muito grandes e  vi uma silhueta contra as árvores. A criatura era muito grande, porque como eu disse  fico sentado bem alto em relação ao chão,  me lembro de ter dito para mim mesmo: "Que diabos é aquilo?". Eu acho que foi em 2005. Era uma noite muito fria, acho que no final do Outono mas não era ainda Inverno. Eu não pego aquela estrada no Inverno."

OVNI Fotografado em Tres Arroios

  

Fonte: Guillermo Gimenez, Planeta OVNI
Tradução: Milton Dino Frank Junior
Data: 11.13.07

As fotos foram tiradas por uma mulher jovem enquanto ela focava luzes no horizonte. No dia seguinte, quando ela ajustou o zoom de sua câmera digital, o pai dela percebeu que nas fotos haviam imagens semelhantes aos Objetos Voadores Não Identificados mostrados na Internet.
A menina de Três Arroios fotografou os OVNIS enquanto  pescava no fim de semana com sua família numa lagoa. O avistamento aconteceu na quarta-feira, 17 de outubro. Porém, o pai dela descobriu os objetos na imagem no dia seguinte, enquanto regulava o zoom da máquina fotográfica de sua filha.
Ontem  à tarde, Carlos Fabian Sapag entregou para o jornal "A Voz da Cidade" juntamente com sua esposa Marta Daniela Aryan e sua filha Carla, as doze imagens para que nós possamos compartilhar a sua experiência com nossos leitores.
" Aconteceu no dia 17 de outubro na Lagoa de Norrild, uns 30 quilômetros de Irene onde os oficiais de polícia tiveram uma experiência na quarta-feira. Carlos disse que este fato é algo que nunca mais poderá se repetir em sua vida.
" Nós estávamos pescando, e quando paramos de pescar, começamos a ferver água. Foi quando a menina tirou as fotos do horizonte. Ela gosta de tirar várias fotos de tudo que possui movimentos, explicou o pai dela, cuja sua própria experiência aconteceu no dia seguinte, quando revisou as imagens fotografadas por Carla. "No dia seguinte, brincando com o zoom da máquina fotográfica, nós vimos havia um avião em uma das fotografias. Na medida que ampliei a imagem, identifiquei um monte de coisas que não sabia o quê era. Checamos na Internet e pudemos ver que elas eram todas luzes do mesmo tipo".
A curiosidade deles terminou ali. Vários dias se passaram sem que a fotografia fosse apagada da memória da máquina fotográfica até que um amigo da familia sugerisse que eles compartilhassem a imagem com a imprensa. "Nós decidimos falar com a imprensa devido a recomendação de amigo. Além do mais, nós não queríamos que isto  terminasse mal" ele observou.
Exibindo os detalhes das imagens de seu computador, Sapag descreveu o quê sentiu depois de sua experiência. " Não sei o quê  faria se tivesse passado pela experiência dos policiais. Não posso nem imaginar. Acredito em vida em outros planetas, pois já que existe vida aqui, por que não pode haver vida em outro lugar". Ele tammbém declarou que informou sobre a presença de OVNIS naquela região. " Todos os OVNIS que aparecem por aqui surgem em corpos d'água como lagoas, como as da Sierra de los Padres em Mar da Prata.  é  onde eles normalmente são vistos".
Enquanto isso, a sua filha Carla que tirou as fotos reconheceu que tirou estas fotos por pura sorte, "Não percebi qualquer barulho ou cheiro estranho, como foi descrito pelos oficiais de polícia. Não vi nada se movendo. Tirei as fotos porque gosto da combinação das cores e de fotografias", disse ela.
Antes de finalizar, Carlos disse que esta experiência influenciará a sua vida. " Não tenho vontade de pescar de novo. Sinto medo de estar sendo observado por algo. Ontem queria pescar, mas quando pensei melhor desisti."
O avistamento informado pela Família de Sapag ao jornal aconteceu quatro semanas antes da experiência informada pelos oficiais de polícia da estação de Aparicio.

Pescadores acham pedaços de OVNIs

Pedaço de metal de 1,5 m de comprimento foi encontrado
Pescadores encontraram pedaços de um objeto voador não identificado, ao sudoeste da província da Kamport, no Vietnã, próximo à fronteira com o Cambodja. O objeto explodiu no ar sobre uma ilha vietnamita, segundo a Agência de Notícias do Vietnã, um dia após a força aérea do Cambodja ter se retratado sobre um relatório de uma colisão de aviões misteriosa.
Segundo a Reuters, moradores da ilha de Phu Qouc, a 10 km da costa da província de Kampot, no Cambodja, encontraram pedaços de metal cinza, incluindo um de 1,5 m de comprimento.
"A explosão ocorre a 8 km do solo, e talvez fosse um avião, mas as autoridades não puderam identificar se era uma aeronave militar ou civil", informou a nota da agência vietnamita, intitulada "OVNI explode sobre ilha Phu Quoc".
Soldados foram enviados ao local para buscar destroços e sobreviventes. Responsáveis locais contataram linhas aéreas do Vietnão, Cambodja e Tailândia, mas não foram informados sobre nenhum avião perdido.
Moradores de Kampot disseram na terça-feira que eles escutaram uma forte explosão, e encontraram pequenos pedaços de metal próximo à costa.

Turista da Argentina tira foto de ovni

A imagem foi feita no centro de Entre Rios. Nela é possível ver um objeto estranho entre as duas cruzes da cúpula da Catedral de San Antonio de Padua, situada no centro desta cidade.
Um turista afirmou ter fotografado um objeto voador não identificado passando em cima da cúpula de uma igreja, que depois de alguns segundos simplesmente desapareceu, enquanto ele visitava a catedral na cidade de Entre Rios.
O episódio é o segundo com as mesmas características ocorrido no território de Entre Rios nesta mesma semana, quando um homem também captou un objeto estranho no momento em que fazia uma fotografía de sua filha adolescente.
A última imagem foi feita ao meio dio de sexta feira com um notebook que possui uma câmara fotográfica portátil, no centro da Praça 25 de Maio, na Concordia, a segunda mais importante da provincia.
Na fotografia divulgada pelo Jornal El Heraldo, se percebe um objeto cinzento entre as duas "pontas" da Catedral San Antonio de Padua, que se fica em frente a praça principal desta cidade situada a noreste do território de Entre Rios. Na outra fotografía captada segundos depois, o objeto já não aparece na imagem, o que fez com que o fotógrafo interpretasse que o objeto se movia com uma enorme velocidade.
A simultaniedade de ambas as fotografías ficou reforçada pelo relógio situado em uma das torres da Catedral, já que em ambas imagens os ponteiros marcam o mesmo minuto, ou seja 11h: 45min da manhã.
Quando Osuna levou o arquivo de imagem para ser ampliado numa casa de revelação de fotografias um empregado do laboratório notou a presença de um objeto grande e que parecia que se movia rapidamente.

OVNI Ingalterra

Esta foto surpreendente de um objeto voador não identificado em Great Bowden prova que nós não estamos sós no universo?
Veja o objeto ampliado
A fotografia, tirada na ponte de pedestres em cima da linha da estrada de ferro de Great Bowden, parece mostrar um objeto em forma de disco que voa sobre as árvores.

A foto foi tirada com uma máquina fotográfica digital no verão passado por um engenheiro ferroviário  que só notou o objeto quando foi baixar as fotos em seu computador.

O fotógrafo deste mistério ficou inicialmente relutante em enviar a foto para Jornal, mas foi convencido recentemente por um amigo que nos permitiu reproduzir a fotografia de forma que ambos permanecessem anônimos.

O amigo do fotógrafo disse: "Acredito que você pode ver na foto que isto não se parece com um pássaro. Porém, não gostaria de aventurar qualquer suposição."

"Não acredito pessoalmente em máquinas voadoras extraterrestres, mas tenho que admitir que realmente esta foto me impressionou."

"Garanto que a foto é original e não contém nenhum tipo de fraude."

Há uma série de fotos que foram tiradas com alguns com pássaros nelas, mas esta foto tem uma diferença distinta. Este objeto só aparece nesta foto.

A foto foi tirada às 14 horas do dia junho 6 de 2008, há três semanas antes de do avistamento de  Rachael Berry que contou para este jornal que ela tinha visto um objeto brilhante e metálico se movendo perto dos campos perto de Brampton Valley Way em plena luz do dia.

Uma semana depois um casal informou que viu um objeto em forma de disco pairando na cidade durante um jogo de golfe. Caroline Marriott contou para o jornal que ela viu um rastro de luzes vermelhas passeando no céu pela janela de seu apartamento em Welland Court, Harborough.

Os relatos destes avistamentos foram apanhados por vários ufólogos do mundo em nosso website e foram vistos por milhares de pessoas.

Médico finlândes conta sua abduçao

Usko Ahonen


Este incidente aconteceu na quinta-feira, no dia 26 de fevereiro de 2004. Tinha passado o dia na zona rural em minha pequena fazenda. Naquela época do ano havia muita neve, e um pequeno sol na Finlândia. A temperatura estava em torno de 10 graus centígrados.

Estava assistindo desenhos na televisão. O desenho era bastante interessante. Escutei vozes toda a noite, vozes sussurrando dentro da minha cabeça, mas não recebi nenhum aviso delas. Não tenho hábito de ouvir vozes, excluindo meus próprios pensamentos.

Então, às 23h: 00min vi um OVNI pequeno que passou pelo meu jardim numa velocidade notável. Era do tamanho de uma bola de futebol americano, era branco e luminoso. Pensei que tinha tido uma ilusão. Escutei uma voz me dizendo que era melhor dormir. Apaguei as luzes e fui para meu quarto. Então várias coisas começaram a acontecer depressa.

Ouvi uma voz humana e feminina muito alta no meio de minha cabeça. Fiquei pasmo, mas não senti nenhum medo. Estava com rádio ligado. A voz perguntou se o rádio me perturbava, e respondi que sim. Desliguei o rádio. E deitei na minha cama de costas olhando ao teto.

Estava começando a ficar muito entusiasmado. A voz feminina disse para fechar meus olhos e foi o que fiz. A voz perguntou se sabia com quem estava falando, e para minha surpresa respondi que falava com um iluminado. A voz confirmou que eles eram pessoas iluminadas.

Surgiu um clarão. Tentei abrir meus olhos, mas não pude. Fiquei um pouco assustado, mas a voz me disse para não ter medo. Falamos em inglês, e a voz tinha sotaque americano.

Falava com palavras, e eles respondiam telepaticamente. Fiquei pasmo. Perguntava-me como isto poderia ser possível. A voz me disse para não se preocupar com isso agora, e me perguntou se nós podíamos falar apenas telepaticamente, e concordei. Tenho que admitir que estava um pouco atordoado. Não pude pensar neste dilema.

Sentia-me morno. Começou a ficar mais quente dentro do meu corpo, e se espalhou a quentura. Sentia-me muito relaxado. Perguntei se eles fizeram algo com meus chakras, e a voz feminina disse que sim.

Eles começaram perguntando perguntas sobre mim, e respondi. As perguntas eram de pouca importância. Alguém sugeriu que teria sido tele transportado, e perguntei como isso poderia acontecer. Nenhuma resposta.

Então alguém, que entendi depois como sendo um guardião negou isso. Não neste caso. Então perguntei se eles já tinham me tele transportado, e a resposta foi à seguinte: Montanhas Três Irmãs, no Oregon, EUA.

As vozes se apresentaram como sendo parte do exército dos EUA Enquanto estava me comunicando com eles sentia fortemente a presença de várias pessoas. Talvez dez. De alguma maneira podia ouvir os seus pensamentos parcialmente.

Perguntei se havia um OVNI por perto. Alguém riu, e disse que havia apenas um pequeno, em cima do meu apartamento. Então eles fizeram um exame físico em mim. Mediram minha altura, peso e meus órgãos genitais.

Sentia que eles estavam comunicando um com o outro de forma que não podia ouvir. Naquela ocasião, as vozes estavam bastante neutras, mas às vezes usavam um idioma rude.

Depois experimentei um lado menos cortês das técnicas de abdução. Naquela noite tive pesadelos. Depois percebi que eles estavam me testando. Tentando descobrir os lados diferentes da minha personalidade. Então este foi o tipo de abdução da quinta-feira à noite.

É difícil descrever como coisas aconteceram nos próximos dias. Ficava acordado e desacordado durante a abdução. Fiz minhas rotinas diárias. E os extraterrestres conversaram comigo, e manipularam minha mente como eles quiseram.

O líder dos extraterrestres, o general de quatro estrelas que se chama Pablo, deu uma sugestão para que eu viesse a me juntar a eles. Deveria ter viajado para os EUA, e eles me apresentariam aos seus segredos. Eles não queriam me revelar muito naquele momento, mas achava que poderia ser uma questão de controle da mente em larga escala.

Não gostei da idéia e eles perceberam isso. Eles disseram que eu devia deixar meu corpo para que o extraterrestre fosse removido. Eles são chamados de EBES que são entidades biológicas extraterrestres.

Questionei por que eles me escolheram, e eles responderam que fazia parte do Illuminati, querendo ou não. Que tinha algo a ver com minha vida prévia, o que não me recordo de nada.

O general e suas tropas eram extraterrestres do futuro, os guardiões, e perguntei naturalmente se tinha vivido bem a minha vida. Eles responderam que sim. Eles tinham uma voz metálica. Não era uma voz humana.

Parecia que a voz era gerada por um tipo de computador, sem qualquer emoção. Os guardiões tiveram vidas americanas. Todos os três deles tiveram três vidas.

As coisas que eles disseram contradisseram as minhas convicções pessoais. Não pensei na ocasião nisto. Tenho certeza que eles não estavam mentindo. Fizemos um trato para se encontrar na próxima terça-feira às 14h: 00min em um restaurante local aqui na Finlândia.

Um oficial americano viajaria para falar comigo sobre os detalhes. Mas isto nunca aconteceu.

Em resumo, estas foram às três abduções que ocorreram de dia em um inverno de 2004. Deixaram muitas perguntas sem respostas. Sendo um médico e tendo experiência de trabalho em hospícios como um residente, sabia que não tinha ficado furioso.

Minha autoconfiança e raciocínio claro me permitem a explorar esta experiência racionalmente. Para outra pessoa poderia ser devastadora. Apenas fiquei deprimido. Muito deprimido e fui forçado a buscar terapia.

A experiência de uma abdução foi um salto do conhecido ao desconhecido. O impossível ficou possível. Alguém é removido na frente dos extraterrestres, e sujeito aos seus exames de violência e mutilação mental.

Minha mente se recusa acreditar no ocorrido. Tento me ver dentro desta experiência sem sucesso. Depois da experiência a pessoa se sente envergonhada e deprimida, e as acusações e ódio próprio podem emergir.

A mente racional tenta achar explicações e razões. Sem sucesso. Somos ensinados que as pessoas que são mentalmente doentes é que têm este tipo de experiências. Psicose, tipo de desordem mental. Os meios de comunicação de massa ridicularizam o assunto. Faz com que este se pareça tedioso ou louco. E é para todos, menos para a vítima.

Ninguém acredita. Até mesmo muitas vezes os nossos começam a pensar que está havendo algo errado com seus filhos.

Teria sido um cético em toda minha vida. Um cético bem ativo. Pertenci à sociedade cética local quando era um estudante jovem de medicina. Viver por completo esta experiência me fez perceber, que a realidade em que nós vivemos, é uma matriz. Um conceito feito de realidade.

A maior parte do planeta não sabe que o fenômeno é real. E que as forças por detrás disto são todas humanas. Só o topo da pirâmide sabe da verdade. Hoje eles se chamam de Os Illuminatis.

Acredito que somos governados através da tecnologia de controle mental. Nós sempre fomos. As civilizações antigas sabiam disto. Elas tiveram sabedoria esotérica e conhecimento da verdadeira natureza das coisas.

Quando vejo as políticas mundiais penso que inferno está ao redor de nós. E não há nenhuma esperança no céu ou um futuro sem guerra, pobreza, fome e desigualdade. Muitas pessoas esperam e aceitam a terceira guerra mundial.

Tive o privilégio de ter contatos seguros dentro do exército, e a polícia que me confirmou o estado das coisas. Dois astronautas e um diretor da ESA me contaram pessoalmente no dia 3 de novembro de 2001 sobre os extraterrestres. Isto aconteceu antes de minha abdução.

A informação me ajudou durante a experiência. Em ciência moderna há resultados que confirmam a possibilidade de telepatia e tele transporte. Achei centenas de pesquisas deste tipo.

As realizações da tecnologia militar são guardadas no mais profundo segredo. Nenhum pedido do FOIA os liberará ao público. Aceitar a existência dos extraterrestres sem experiência pessoal pode ser uma impossibilidade. Pura briga entre a razão e o imaginário. Entendo os céticos profundamente neste sentido.

Mas a verdade está começando a aparecer.

OVNI emite feixe de luz no sólo

Ilustração 
Um OVNI misterioso foi testemunhado por várias pessoas de várias aldeias na Rússia Ocidental na noite de 6 de janeiro de 2009. O OVNI tinha o formato de um cilindro e mudou de cor sendo de branco para azul.

Emitiu um raio laser branco na direção do chão. O OVNI se movia de um jeito bem diferente do que qualquer tipo de aeronave terrestre. O incidente foi divulgado amplamente na mídia russa, mas surpreendentemente não recebeu nenhuma cobertura da mídia de outros lugares.

Cidadãos de Kurskaya, Gatovya, Manakhova e Terekhova na região de Starooskolsk perto da cidade de Belgorad, que fica a 40 quilômetros da fronteira com a Ucrânia viram o objeto. Muitas pessoas afirmaram que observaram interferências na recepção do sinal de TV, que aumentava quando o raio laser atingia o chão e quando o objeto estava em cima de suas casas.

Alguns cépticos estão afirmando que o que foi visto foram os refletores próximos as minas e das fábricas, porém muitas pessoas não acreditam porque esta explicação não responde como aconteceu a interferência na recepção do sinal de suas televisões.

O casal Skripov, da aldeia perto de Gorodishka, também não concorda com os cépticos porque o casal afirma que viu um raio atingir diretamente a estrada na frente de seu carro. "Estamos familiarizados com refletores e o que vi não era um refletor" disse o senhor Skripov. De acordo com testemunha o objeto também emitia raios sobre as nuvens.  


OVNI de portugal

Objeto fotografado em Alfena
Testemunhas ouvidas por investigadores e jornalistas afirmaram que o OVNI foi visto durante cerca de 50 minutos, primeiro por um grupo de crianças e a seguir por várias outras pessoas, ora imóvel ora em movimento.
Alguns dos videntes fugiram, com medo do que pudesse acontecer caso o objeto aterrasse ou caísse.
Investigações feitas pela NASA, por um centro francês especializado em investigação em reentradas na atmosfera, pelo então Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial (LNETI) e pelo Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência (CTEG) da Universidade Fernando Pessoa concluíram que o objeto fotografado em Alfena não tinha qualquer semelhança com objetos conhecidos, nomeadamente balões ou sondas.
Mário Neves Silva, investigador do Pufoi (Portuguese UFO Investigation) e do CTEG, confirmou que, até hoje, não foi possível conhecer a gênese do "fenômeno aéreo não identificado" de Alfena, "apesar de todas as tentativas de enquadrá-lo em qualquer um dos fenômenos naturais ou artificiais conhecidos".
"Os negativos das fotos foram estudados em vários centros especializados (Porto, Lisboa, Espanha, França, Alemanha e Estados Unidos), tendo as conclusões ditadas, de uma forma inequívoca, a veracidade das mesmas, bem como a estranheza do fenômeno apresentado", sublinhou.
Carlos Oliveira, que pertenceu à Comissão Nacional de Investigação do Fenômeno OVNI (CNIFO), salientou que o caso de Alfena é um dos poucos que continua por explicar, dado que na maioria das observações acaba por se concluir que não são OVNIs.
"A maior parte são simples luzes no céu que as pessoas imaginam que sejam de naves extraterrestres, o que é um perfeito disparate, não só porque por se ver luzes não faz sentido imaginar-se logo uma origem extraterrestre, mas porque se assume que ETs viajariam distâncias enormes entre estrelas com naves tecnologicamente semelhantes às nossas do século XX e, disparate extremo, que teriam faróis à frente e em baixo", afirmou.
Para Carlos Oliveira, "não há qualquer razão para existirem faróis em naves que fazem viagens interestelares. Isso é uma completa falta de imaginação. E ainda para mais sendo esses faróis de luz visível".
"Basta perceber um pouco do espectro eletromagnético, do tipo de comprimentos de onda que os nossos telescópios utilizam e a informação que podem retirar de cada um, do gênero de vida existente na Terra, e do tipo de naves que a engenharia aeronáutica consegue prever que os seres humanos possam ter no futuro", acrescentou.
"É um disparate baseado na falta de conhecimento e na falta de imaginação para prever o tipo de tecnologia que poderemos ter daqui por várias centenas de anos.
“Eu adoro ficção científica, mas neste caso a ficção científica fica aquém daquilo que poderá existir, e influencia as pessoas limitando-lhes a imaginação”, disse.
O investigador salientou também que a idéia de que os ETs visitam a Terra "está alicerçada num geocentrismo psicológico que ainda existe enormemente na população", e que se confunde com religião e com astrologia.
"Copérnico, Galileu, Kepler e outros deitaram abaixo a idéia que a Terra está no centro do Universo, e sabe-se hoje que a Terra não tem qualquer lugar privilegiado no Cosmos, nem sequer no sistema solar", frisou.

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